domingo, 6 de setembro de 2009

O meu amor bipolar

Não tem como amar nada total incondicionalmente. Mesmo a arte, a única coisa boa que eu sempre vou carregar comigo, não está imune a isso. Escritores, músicos, cineastas e pintores que eu não gosto, sempre vão existir. E certas coisas dos meus artistas prediletos também não me agradam.
Acho mó chato viver tendo que julgar tudo e não ter nada pra me agarrar e amar cegamente. Ceticismo extremo, quase niilismo reina aqui dentro.

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